Coleira Scalibor - 65 cm - 0,25 gr

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Coleira Scalibor é usada para o controle e prevenção de infestações causadas pelos carrapatos, pulgas e moscas que acometem os cães e os ambientes onde estão vivendo.
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    Características

    Bula
    Resumo da Bula do produto Coleira Scalibor

    Composição do produto Coleira Scalibor:

    Para uma coleira de 25 g: 
    Deltametrina ............................................................... 1,000 g 
    Excipiente q.s.p ......................................................... 25,000 g

    Indicações:

    Coleira Scalibor é indicado para o controle e prevenção de infestações causadas pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus e a pulga Ctenocephalides felis, que acometem os cães de grande porte. Indicado para o controle dos mosquitos da família Phlebotomidae (Phlebotomus e Lutzomyia), vetores da Leishmaniose em cães. Também é indicado para o controle das moscas como Stomoxys calcitrans e Musca domestica, comumente encontrados em ambientes onde vivem os cães.  

    Dosagem:

    Colocar uma Coleira Scalibor em volta do pescoço do animal, regular o tamanho, evitando que a mesma fique muito apertada e afivelar. Se houver sobra, corte a ponta, mas ou menos 5 cm após a fivela. 

    Cuidados e precauções:

    Evitar o contato da Coleira Scalibor com a pele e mucosas do corpo humano Manter fora do alcance de crianças e animais domésticos Não usar em cães com menos de 3 meses de idade Se houver ingestão acidental da coleira pelos cães, são observados os seguintes sintomas: incoordenação motora e aumento da salivação, que são reversíveis em 48 horas. Se necessário, o antídoto é o Diazepan. Poderá ocorrer uma reação local de sensibilização individual e transitória.

    Frequência de utilização:

    A coleira Scalibor foi desenvolvida para promover uma lenta liberação do princípio ativo. Ao se colocar nas primeiras 2-3 semanas, ocorrerá uma lenta diminuição das infestações, com aumento da eficácia após esse período, auxiliando no controle de carrapatos e  pulgas e prevenindo contra moscas e mosquitos por até 4 meses. A coleira Scalibor pode ser utilizada continuamente sem problemas Não é necessário retirar a coleira Scalibor para dar banhos nos animais e nem durante os períodos de chuvas.  

    Apresentação:

    Caixa contendo 1 coleira Scalibor de 25 g e 65 cm de comprimento para cães de grande porte.

    Conservar a coleira scalibor em local fresco e seco, ao abrigo da luz solar e fora do alcance das crianças.
    Coleira Scalibor
    Coleira Scalibor

    A coleira Scalibor é o primeiro produto que consegue proteger o seu cão contra flebótomos, moscas e carrapatos com alta eficácia. Imediatamente após a colocação do produto no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo, a Deltametrina. Este se distribui de forma rápida e uniforme pela pele do cão até atingir todo o corpo. Ao contrário do que ocorre com outras coleiras tradicionais, a liberação do princípio ativo não se faz por evaporação, evitando-se assim perdas do princípio ativo e odores desagradáveis, além, é claro, de conferir maior eficácia.

    CONSELHOS DE UTILIZAÇÃO DO PRODUTO COLEIRA SCALIBOR

    Ao retirar a coleira Scalibor do sachê, remova o pó, em excesso na superfície da coleira, com um guardanapo de papel ou pano úmido.
    Ao colocar a coleira Scalibor no cão, deixe um espaço (folga) de 2 dedos entre o pescoço e a coleira, conforme figura abaixo.
    Para uma máxima eficácia, limpar a coleira com ou pano úmido, pelo menos uma vez ao mês.
    A coleira Scalibor necessita de 2 a 3 semanas para atingir a sua eficácia máxima. Este período de tempo corresponde ao necessário para que a Deltametrina (o princípio ativo) se espalhe por todo o corpo do cão.
    A colocação da coleira pode eventualmente gerar uma reação alérgica. Aconselha-se a remoção temporária da coleira Scalibor por 1 (uma) semana ou até que os sinais da alergia desapareçam. Se após a recolocação a reação alérgica persistir, retire a coleira e avise o Médico Veterinário.
    Scalibor® Protector Band
    A coleira Scalibor possui duas apresentações:
    cães grandes: 65 cm
    cães pequenos: 48 cm
    Scalibor e os Carrapatos
    A Leishmaniose Visceral Canina

    A Leishmaniose Visceral Canina (LVC), apesar de pouco conhecida pelos proprietários de cães, é uma doença grave e que vem se expandindo por todo Brasil. Para saber mais sobre essa terrível doença, o Prof. Robert Killick-Kendrick esclarece as dúvidas mais comuns.

    Transmitida aos cães e ao homem, aqui no Brasil, pela picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi)a Leishmaniose Visceral é fatal para os cães e muito perigosa para as crianças e idosos que a contraem.

    Distribuição de casos de Leishmaniose Visceral Humana no Brasil 2001-2008
    Distribuição de casos de Leishmaniose Visceral Humana no Brasil 2001-2008

    Estratificação dos casos de Leishmaniose Visceral Humana no Brasil, 2005-2007

    Atualmente as áreas de transmissão de Leishmaniose Visceral Humana são estratificadas a partir da média de casos dos últimos 3 anos, segundo risco epidemiológico em:

    Esporádica (< 2,4 casos/área)
    Moderada (= 2,4 e < 4,4 casos/área)
    Intensa (= 4,4 casos/área)

    Estratificação dos casos de Leishmaniose Visceral Humana no Brasil, 2005-2007

    Scalibor e os Parasitas
    Carrapatos

    O que são carrapatos?

    Carrapatos são parasitas externos, artrópodes, pertencentes à Ordem Acarina, que se alimentam do sangue do hospedeiro.

    Onde vivem?

    Dependendo da fase do ciclo de vida em que se encontram, podem viver tanto na superfície da pele do cão como no ambiente.

    Quais animais são parasitados?

    Geralmente animais domésticos, silvestres e, inclusive, o homem.

    Como se alimentam?

    Os carrapatos podem estar no solo, como, por exemplo, locais com vegetação (gramados) e também nas frestas de paredes sempre à espera de um hospedeiro. Quando percebe a passagem de um hospedeiro, dirige-se para ele, ?passeando? pelo seu corpo até encontrar um local seguro, como o pescoço ou a cabeça, onde o cão não o possa arrancar. Logo após, o carrapato introduz o seu aparelho sugador na pele e, durante horas, alimenta-se do sangue do hospedeiro. Após a alimentação de sangue, desprende-se voluntariamente e cai no solo para continuar o seu ciclo.

    Por que os carrapatos são tão prejudiciais para os animais e para o homem?

    Existem vários mecanismos através dos quais o carrapato pode provocar doença ou lesão no hospedeiro:

    Lesões pela ação das suas peças bucais na pele.
    Efeitos tóxicos, pois a saliva do carrapato contém neurotoxinas que podem causar paralisia.
    A ingestão de grandes quantidades de sangue pode levar à anemia e a um estado de fraqueza.
    Transmissão de outras doenças causadas por protozoários, bactérias e vírus.
    O que é uma zoonose?

    Por definição, uma zoonose é a transmissão de qualquer doença de um animal para o homem. Todas as zoonoses são de importância para a Saúde Pública. Como exemplos podemos citar: Raiva, Leptospirose, Brucelose, Leishmaniose etc.

    Que doenças os carrapatos podem transmitir?

    Cada espécie de carrapato pode transmitir uma ou várias doenças entre as quais podemos destacar:

    Babesiose: Doença causada por um protozoário, caracterizada por febre, depressão, anorexia e anemia. É fatal se o cão não for tratado a tempo.
    Borreliose ou Doença de Lyme: é, das zoonoses transmitidas por carrapatos, a mais importante. Causada pela bactéria Borrelia burgdorferi que produz quadros de febre, anorexia, poliartrite, miopatias e adenopatias.
    Ehrlichiose: Doença causada pela bactéria Ehrlichia canis que causa febre, anemia, depressão, diarreia, edema, complicações respiratórias e circulatórias.
    Febre maculosa - doença causada pela Rickettsia rickettisii, um parasita intracelular que leva a quadros de febre, falta de apetite, vômito, diarreia, manchas nas mucosas, desidratação e perda de peso.
    Em que épocas do ano se veem mais carrapatos e por quê?

    Os carrapatos precisam de condições específicas para o seu correto desenvolvimento, principalmente de temperatura, umidade e horas de intensidade de luz. À medida que aumentam as horas de luz e a temperatura, a atividade dos carrapatos aumenta. Consequentemente, a época mais favorável para o aumento das infestações por carrapatos pode estender-se desde a Primavera até o Outono.

    Qual é o ciclo de vida do carrapato?

    O ciclo de vida do carrapato é composto por quatro estágios: ovo, larva, ninfa e adulto. As fêmeas alimentam-se sempre de sangue, enquanto os machos raramente o fazem.
    O cruzamento entre o macho e a fêmea ocorre na superfície da pele do hospedeiro. A fêmea necessita se alimentar de sangue para uma boa maturação dos ovos. A fêmea ingurgitada cai no solo e põe entre 3.000 a 5.000 ovos em locais altos.

    O que faço com os carrapatos que o meu cão já tem?

    Em primeiro lugar, é contra-indicado arrancar o carrapato que está preso na pele, pois dessa forma estaremos somente eliminando o corpo do parasita, visto que a parte da boca que se prende ao corpo do cão permanecerá no local, podendo causar reações locais e a formação de granulomas. Existem vários produtos indicados para o controle do carrapato: produtos para banho com efeito imediato, como por exemplo, o (Triatox®); produtos para aplicação no dorso do animal, como por exemplo, o Pulvex® Pour on, cuja ação não é imediata, mas apresenta efeito prolongado, e as coleiras antiparasitárias, como por exemplo, a própria coleira Scalibor® cuja ação também não é imediata, porém possuem um longo período de ação.

    A pulverização do ambiente onde o animal vive (canil, quintal, etc.) também é recomendada pela maioria dos Médicos Veterinários com o objetivo de eliminar os carrapatos presentes nessas áreas, mantendo, assim, o ambiente e o cão livres do parasita de forma rápida, segura e por mais tempo.
    Vídeo

    Confira alguns Vídeos sobre a Coleira Scalibor:

     

    Coleira Scalibor - Coleira Antiparasitária:

     


     

    Leishmaniose e Coleira Scalibor:

     


     

    Como usar a Coleira Scalibor corretamente:

     

    FAQ
    Quem é a MSD? 
    A MSD Saúde Animal, conhecida como MSD Animal Health fora dos Estados Unidos e do Canadá, é a unidade de negócios global de saúde animal da Merck.
    A MSD Saúde Animal oferece a veterinários, fazendeiros, proprietários de animais de estimação e governos a mais ampla variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas e soluções e serviços de gerenciamento de saúde. A MSD Saúde Animal se dedica a preservar e melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho dos animais.

    Quem é a LojaAgropecuaria? 
    A Loja Agropecuária foi lançada em 2010 para atender às necessidades de clientes em todo o Brasil que precisam ter acesso rápido e prático para adquirir produtos para o agronegócio.
    Através da Loja Agropecuária, é possível comprar, com todo conforto e segurança que um E-commerce oferece, artigos para fazenda, implementos agrícolas, máquinas e equipamentos para agricultura e pecuária, além de uma vasta gama de produtos para saúde e alimentação animal.

    Perguntas sobre a Leishmaniose Canina

    O que é a Leishmaniose Visceral Canina?
    Trata-se de uma doença parasitária grave do cão, causada por um protozoário (parasita microscópico), Leishmania chagasi, transmitido por um flebótomo - inseto relativamente parecido com um mosquito, mas menor. A Leishmaniose é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao homem.


    Quais são os sinais clínicos mais comuns?
    O primeiro sinal clínico mais comum a aparecer é a perda de pelo, sobretudo ao redor dos olhos, nariz, boca e orelhas. À medida que a doença progride, o cão perde peso. É habitual o desenvolvimento de uma dermatite ulcerativa (ferida) que pode se disseminar por toda a superfície corporal do cão, sobretudo nas regiões do corpo do cão que têm maior contato com o chão quando o cão está sentado ou deitado. Em uma fase mais avançada, começam a se observar sinais relacionados com a insuficiência renal crônica.


    Como é a distribuição da Leishmaniose no mundo?
    A Leishmaniose canina ocorre principalmente na América Latina e nos países mediterrâneos incluindo Portugal, Espanha, França, Itália, Malta, Grécia, Turquia, Israel, Egito, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos.


    Como está a situação da Leishmaniose no Brasil?
    De 2000 a 2008 foram notificados e registrados no Brasil 30.587 casos humanos distribuídos por mais de 20 Estados. Neste mesmo período, cerca de 2.000 óbitos humanos foram causados pela Leishmaniose Visceral. Especialistas estimam que para cada caso humano existam em média 200 cães infectados.


    O meu cão pode morrer de Leishmaniose?
    Sim, a Leishmaniose Visceral Canina é uma doença de alta letalidade nos cães. Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde recomenda a eutanásia dos cães infectados visando conter o avanço da doença em humanos, uma vez que estudos comprovam que o cão, mesmo após o tratamento, pode continuar transmitindo a doença para os flebótomos que o picam.


    Qual é o risco do meu cão se infectar com a doença?
    Se o seu cão não receber qualquer proteção, o risco é bastante alto, especialmente se a área na qual ele se encontra é endêmica. O risco é maior se os fatores climáticos forem favoráveis (alta temperatura, umidade, presença de matéria orgânica etc.) ou se permanecer fora de casa desde o entardecer até o amanhecer.



    Perguntas sobre a Leishmania

    Qual é o ciclo de vida do parasita?
    No cão, a Leishmania vive no interior de um tipo especial de células de defesa - os macrófagos, existentes em vários tecidos do organismo. Quando uma fêmea do inseto pica um cão infectado, recebe as Leishmanias através do sangue ingerido. Dentro do estômago do inseto, os parasitas multiplicam-se. Quando esta fêmea volta a picar um cão, inocula a Leishmania no novo hospedeiro. Os flebótomos picam os cães preferencialmente na cabeça (nariz e orelhas). As Leishmanias infectam os macrófagos do cão e iniciam o processo de multiplicação, permitindo o desenvolvimento da doença, caso o cão não desenvolva antecipadamente uma resposta imunitária neutralizante.


    Perguntas sobre a via de transmissão

    Como se transmite a Leishmaniose?
    A Leishmaniose é transmitida através da picada de um inseto chamado flebótomo e popularmente conhecido como mosquito palha, birigui, tatuquiras, etc.


    Todos os flebótomos transmitem a Leishmaniose?
    No Brasil existem várias espécies do gênero Lutzomyia, porém as que até agora são comprovadamente transmissoras da Leishmaniose são a L. cruzi e, principalmente, L. longipalpis. Somente as fêmeas destes insetos transmitem a Leishmaniose.


    Por que só as fêmeas transmitem a Leishmaniose?
    Ambos os sexos se alimentam do néctar das plantas, mas somente as fêmeas se alimentam do sangue de mamíferos. A fêmea necessita do sangue para a postura dos ovos. Passada cerca de uma semana da alimentação de sangue, a fêmea põe aproximadamente 100 ovos no solo ou em locais úmidos e ricos em matéria orgânica.


    Quantas vezes uma fêmea tem de picar para poder transmitir a Leishmaniose?
    Dependendo da carga parasitária existente no cão, basta uma única picada para que a fêmea se infecte. Por sua vez, basta também uma única picada para essa mesma fêmea passar a leishmania para outro cão ou o homem.


    Como posso reconhecer um flebótomo?
    Os flebótomos são insetos pequenos, cobertos de pelos e de coloração clara, sendo está última a característica que dá origem ao seu principal apelido: mosquito palha. São facilmente reconhecidos por voar em pequenos saltos e pousar com suas asas entreabertas e ligeiramente levantadas.

    Qual é o seu habitat?
    Ele vive, preferencialmente, ao nível do solo, próximo à vegetação, sobre folhas em decomposição, raízes de árvores, troncos e tocas de animais. Gosta de lugares com pouca luz, úmidos, sem vento e que tenham alimento por perto. O mosquito também pode ser encontrado facilmente em galinheiros, chiqueiros, canis, paióis e, inclusive, dentro das casas.


    Qual é o ciclo de vida do flebótomo?
    As larvas eclodem dos ovos uma semana após a postura. Passam por quatro estágios antes que a pupa se forme. As pupas transformam-se em adultos após 10 dias, aproximadamente. O ciclo completo, desde o ovo até a forma adulta, dura entre 6 a 8 semanas.


    Em que momento do dia o flebótomo mais atua?
    O período de atividade dos flebótomos começa ao entardecer e continua por toda a noite.


    Quantas vezes uma fêmeas pica?
    A fêmea se alimenta de sangue normalmente 3-4 vezes durante sua vida, podendo, se infectada na sua primeira alimentação, transmitir a doença para 2-3 cães ou seres humanos.


    O flebótomo também pode entrar no interior das casas?
    Eles são encontrados principalmente nas áreas externas das casas, no entanto, também podem ser observados no interior das habitações. São atraídos pelo odor dos animais e das pessoas.


    Perguntas sobre o diagnóstico da doença

    O que devo fazer se achar que o meu cão tem Leishmaniose?
    Deve levar o seu cão ao Médico Veterinário ou ao Centro de Controle de Zoonozes mais próximo o mais rápido possível. O Médico Veterinário irá examiná-lo clinicamente e propor-lhe a realização de um ou mais exames complementares de diagnóstico para confirmar a presença ou não da doença.


    Qual o período de incubação da doença?
    O período de incubação é muito variável, podendo ser de poucos meses até anos. O período médio aproxima-se dos 3 a 18 meses.
    Alguns cães são resistentes e, embora possam sofrer picadas de flebótomos infectados, nunca mostrarão sinais de doença, desde que se mantenham corretamente alimentados e não sejam submetidos a situações de stress. A resistência também pode ser de origem genética.

    Que métodos de diagnóstico existem?
    Basicamente utilizam-se técnicas que nos permitam detectar o parasita (parasitológicas) ou a presença de uma resposta imunológica do cão ao parasita (sorológicas). Quando se suspeita que um cão esteja com Leishmaniose podem utilizar-se várias técnicas simultaneamente a fim de confirmar o diagnóstico. Em áreas consideradas endêmicas para a doença, os donos devem submeter os seus cães rotineiramente a exames para determinar se estão ou não infectados, de forma a se conseguir um diagnóstico precoce. Uma boa oportunidade para se fazer o exame é no momento da consulta anual de revacinação.


    Perguntas sobre o tratamento da Leishmaniose

    O tratamento pode curar o meu cão?
    O tratamento não permite uma cura completa. Geralmente consegue-se a remissão dos sinais clínicos, no entanto, o animal pode continuar portador do parasita, situação que chamamos de reservatório da doença. Por esse motivo que, aqui no Brasil, o Ministério da Saúde proíbe o tratamento e recomenda a eutanásia dos cães infectados.


    Qual é a possibilidade de ocorrer uma recaída?
    É muito variável e difícil de quantificar. Dependerá do estilo de vida do cão, de possíveis reinfecções, outras doenças coexistentes, queda de imunidade por outros fatores, etc.

    Perguntas sobre a prevenção da doença

    Existem outros produtos que possam proteger o meu cão?
    Existem poucos produtos disponíveis que possuem indicação em bula contra a picada do flebótomo. Todos possuem pouquíssimos trabalhos demonstrando a real eficiência e, em geral, oferecem proteção por no máximo 1 mês sendo, portanto, necessárias aplicações mensais. A melhor opção é a utilização de coleiras impregnadas de Deltametrina, tal como é recomendado pela Organização Mundial de Saúde. A coleira Scalibor® é a única coleira impregnada de Deltametrina atualmente disponível.


    Como a coleira Scalibor® protege o meu cão?
    O modo de ação da Scalibor® baseia-se principalmente no efeito repelente do flebótomo, evitando que este pique o cão. Um flebótomo que não pica não transmite a Leishmaniose.


    Que provas existem que demonstram que estes produtos têm uma boa eficácia?
    Dos produtos disponíveis no mercado, somente a coleira Scalibor® é a que possui vários trabalhos demonstrando uma real eficácia na prevenção da Leishmaniose. Vários artigos científicos referentes a estudos realizados em países como a França, Espanha, Itália, Irã e Brasil já foram publicados. Milhares de cães participaram dos testes em diferentes regiões com diferentes realidades, demonstrando que independentemente do cão, raça, idade e região, Scalibor® é comprovadamente a melhor alternativa para proteger o cão e o seu dono.


    Consigo proteger o meu cão de 100% das picadas do flebótomo?
    Infelizmente não é possível se obter uma eficiência de 100%, pois a proteção não depende somente do produto, mas também do próprio animal e do seu dono. Scalibor® oferece a mais alta proteção, ao redor de 95% por vários meses. Outra vantagem da utilização da Scalibor® é a possibilidade de se usar outros produtos repelentes e vacinas em conjunto com a coleira.


    O que os cientistas opinam sobre os produtos disponíveis comercialmente?
    Vários cientistas têm reconhecido a eficácia das coleiras impregnadas de Deltametrina. Prova disso é o fato da Organização Mundial de Saúde ter recomendado, em um relatório sobre doenças transmitidas por vetores, que os "donos devem ser encorajados a colocarem nos seus cães" este tipo de coleira. Uma revisão, publicada recentemente, dos vários artigos científicos publicados nos últimos anos também refere que existem evidências consistentes para a recomendação da utilização das coleiras impregnadas de Deltametrina em cães.


    O que mais posso fazer para prevenir a picada do flebótomo?
    Atitudes simples - como a limpeza de quintais através da remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, por exemplo - ajudam a combater a doença, uma vez que o mosquito transmissor coloca seus ovos em locais ricos em matéria orgânica. Manter o seu cão dentro de casa no período de maior atividade do mosquito, ou seja, desde o entardecer até o amanhecer. Uso de inseticidas e repelentes dentro de casa. Instalação de telas com malha fina nas portas e janelas, evitando assim a entrada do vetor dentro de casa.



    Perguntas sobre o risco para os humanos

    Posso contrair a doença se for picado por um flebótomo infectado?
    Apesar de o homem possuir uma resposta imunitária muito mais eficaz contra a leishmania do que o cão, ele pode sim contrair a doença. Estas chances aumentam especialmente em crianças, idosos ou adultos com a imunidade prejudicada, como por exemplo, portadores do vírus da AIDS. O tratamento, quando necessário, possui uma elevada taxa de sucesso

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